quinta-feira, 4 de julho de 2013

O que é NEUROFEEDBACK?


O desenvolvimento tecnológico vem permitindo o surgimento das mais avançadas técnicas de abordagem do funcionamento cerebral em um nível nunca visto antes. Entre as mais modernas e promissoras tecnologias para análise e modulação da mente, se destaca o Neurofeedback. O equipamento de Neurofeedback consegue detectar os padrões de ondas cerebrais e redirecioná-los para otimização do equilíbrio e potenciais cerebrais.
O Neurofeedback  estimula as habilidades naturais do cérebro, regenerando e desenvolvendo suas potencialidades. Desta forma, ele pode corrigir distúrbios e aprimorar as funções cerebrais. O Neurofeedback tornou possível mudar padrões de comportamento de forma mais rápida e fácil, isto é, mudar a mente através do treinamento direto do cérebro. A neurociência demonstrou que o Ser Humano não está nas mãos do inconsciente como pensava-se anteriormente.
O Neurofeedback vem a ser uma  técnica recente e que está revolucionando o conceito de tratamento psicológico. Também conhecido como Eletroencefalograma Biofeedback,  estimula as habilidades naturais do cérebro, regenerando e desenvolvendo suas potencialidades. Desta forma, ele pode corrigir distúrbios e aprimorar as funções cerebrais de modo mais constante.
O funcionamento do cérebro se dá através de pequenas descargas elétricas, que estabelecem as comunicações entre os neurônios. A partir de sensores dispostos no couro cabeludo, pode-se ver na tela do computador toda a atividade elétrica do cérebro em tempo real e, a partir de uma avaliação, estabelecer o que precisa ser treinado, em quais regiões do cérebro e como as informações serão dadas de volta (feedback) para o cérebro. Com o equipamento de neurofeedback pode-se treinar uma pessoa a aumentar ou diminuir a produção de qualquer uma das faixas de frequência das ondas cerebrais no local do cérebro desejado, de acordo com o estado físico e emocional que se almeja alcançar.
Esse novo padrão de frequências cerebrais aprendido se estabelece de forma duradoura, sem mais a necessidade de lançar mão dos medicamentos (antidepressivos, ansiolíticos, estimulantes, etc.) que possuem tantos efeitos colaterais e precisam ser tomados por longos períodos de tempo. Os resultados obtidos pelo Neurofeedback são equiparáveis aos resultados do uso de medicação, com a vantagem de não ter efeitos colaterais e de uma permanência dos resultados depois de concluída a intervenção. É um tratamento que muda  a forma  como o cérebro funciona, e, uma vez que a  habilidade é apreendida, ela se estabelece como uma nova forma de funcionamento cerebral.
O aperfeiçoamento de cérebros saudáveis também pode ser realizado com o Neurofeedback, aumentando as capacidades intelectuais, cognitivas e criativas de executivos, educadores, estudantes e artistas; e também o desempenho esportivo dos atletas.
O procedimento utilizado pelo Neurofeedback se baseia em nossa capacidade de exercitar determinados  processos mentais, como  relaxamento, concentração e a visualização de imagens. Utilizando um aparelho de EEG (eletroencefalograma) ligado a um computador, temos condições de avaliar e visualizar, em tempo real, as frequências das nossas ondas cerebrais. Estes sinais emitidos são interpretados e examinados por softwares específicos, que respondem com sinais sonoros e visuais, gerando uma retroalimentação (feedback), que nos permite avaliar as condições dos nossos processos mentais, com isto, é possível a realização de um treinamento para reprogramação de nosso cérebro.
O Neurofeedback nos possibilita o conhecimento de nosso estado mental e quais são os níveis de atividade cerebral mais apropriados a cada processo mental. Se nossa intenção for a de aumentar nossa capacidade de concentração para suprimir o déficit de atenção, então o equipamento de EEG vai nos possibilitar o reconhecimento de sinais de distração e ensinar nosso cérebro a trabalhar mais rápido. Poderemos, também, aprender a conduzir nosso cérebro  a reconhecer e  reequilibrar,  com  atividades  adequadas,  os  níveis   inadequados  de stress, de depressão, de ansiedade, etc. A eficácia deste treinamento está comprovado por muitas pesquisas científicas, que indicam que o treinamento cerebral estimula mudanças progressivas e estáveis em nossa atividade cerebral.
Depois de constatado, através da avaliação neurológica do cliente com a tecnologia do Neurofeedback, um funcionamento inadequado em sua atividade cerebral, elabora-se um protocolo específico de tratamento para treinamento do cérebro. A terapia do Neurofeedback pode ser aplicada nos seguintes casos:
• Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH;
• Dislexia (dificuldades de ler palavras e dificuldades de reconhecer palavras);
• Discalculia (distúrbio neurológico que afeta a habilidade com números);
• Disgrafia (dificuldade na escrita está associada à dislexia);
• Demais perturbações da aprendizagem;
• Perturbações do desenvolvimento;
• Controle de crises convulsivas na epilepsia;
• Prevenção de cefaleias de tensão e enxaquecas;
• Ansiedade e Stress;
• Depressão e outras perturbações do humor;
• Perturbações do sono;
• Otimização da performance no esporte;
• Treino de otimização da Performance  Mental (Mente de Alta Performance);
• Otimização da Performance Profissional;
• Otimização da Performance no Esporte.
O aperfeiçoamento de cérebros saudáveis também pode ser beneficiado com o Neurofeedback, aumentado nossas capacidades cognitivas, de concentração, de criatividade e também no desempenho de atletas, artistas, executivos, educadores e outros profissionais.
Para realizar esse processo de otimização do funcionamento cerebral, primeiramente faz-se uma avaliação, medindo-se a atividade elétrica do cérebro do cliente através de um eletroencefalograma espectral, enquanto ele realiza tarefas, que ativam áreas diferentes do seu cérebro (cálculos, leituras, memorizações, raciocínios lógicos, concentração). De posse desta avaliação inicial, é possível detectar quais áreas cerebrais estão com seu desempenho comprometido e que precisam ser ensinadas a trabalhar de maneira mais funcional.
Na sequência desta avaliação, um treinamento, devidamente individualizado, pode ser concebido, otimizando o tempo de treinamento e centrando-se nas áreas de desvio e interesse do cliente.
A terapia com Neurofeedback é completamente  natural e se dá através de  reforçamento  condicionado, no qual o cliente  identifica e altera, voluntariamente, as frequências das ondas cerebrais nas áreas que demandam correção.
Comumente são relatadas mudanças comportamentais a partir da 10ª sessão, embora algumas pessoas tenham fortes mudanças mesmo depois da sua primeira sessão. Contudo, são necessárias, em média, de 30 a 40 sessões, antes de um resultado permanente ser estabelecido.

Tratamento para Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade - TDAH

                                   
Crianças com Déficit de Atenção apresentam níveis de hiperatividade, impulsividade e desatenção inadequados para sua faixa de idade. Em torno de 5 a 8% das crianças são portadoras deste transtorno e, em geral, apresentam problemas de adaptação social, de aprendizagem e a metade delas terão problemas de adaptação psicológica na vida adulta.

CÉREBRO COM TDAH - ALTA ATIVIDADE DE ONDAS TETA NO CÓRTEX PRÉ- FRONTAL

O Neurofeedback pode beneficiar crianças com dificuldade de atenção e hiperatividade. Estudos funcionais de imagemcerebral (RMF – Ressonância Magnética  Funcional e PET – Tomografia por Emissão de Pósitron) e de Eletrencefalografia    sobre  a  atividade  do  cérebro,em portadores de TDAH, têm apresentado uma atividade diminuida com grande quantidade de ondas teta (ondaslentas), no córtex pré-frontal. Estas ondas são predominantes, quando estas crianças estão envolvidas em tarefas que exigem atenção, dificultando muito seu desempenho em provas cognitivas relacionadas com o controle das funções executivas  (memória  de trabalho, planejamento,monitoração e execução de atividades complexas ou novas para o indivíduo).
O treinamento da atenção e das funções executivas por meio do Neurofeedback tem demonstrado que é possível corrigir padrões  de  atividade  cerebral (Beauregard  &  Levesque, 2006; Olsen et al., 2004). Os resultados obtidos pelo Neurofeedback em relação ao controle dos sintomas e da atividade do cérebro são equiparáveis aos resultados do uso de medicação (Rossiter & LaVaque, 1995; Fuchs et al., 2003; Monastra, Monastra & Geroge, 2002), com a vantagem de não ter feitos colaterais e de uma permanência maior depois de concluída a intervenção (Monastra, 2005).
As pessoas que forem diagnosticadas com Défict de Atenção e Hiperatividade – TDAH, poderão receber um tratamento terapêutico neurológico através da tecnologia do Neurofeedback. A proposta de terapia por Neurofeedback, com pessoas portadoras de TDAH, consiste em uma avaliação neuropsicológica (cognitiva, emocional, comportamental e social), uma avaliação eletro encefalográfica espectral e treinamentos da atenção, das funções executivas e do contole motor. O plano de trabalho consiste de 20 a 45 sessões, dependendo das necessidades do tratamento.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Grupo de apoio aos familiares e portadores de TDAH


     Criamos no último sábado, 29/06, um grupo de apoio aos familiares e portadores de TDAH na CLÍNICA ESPAÇO DO EQUILÍBRIO em Teresina-PI. 
Parabéns à Cláudia, mentora do grupo, pela luta em prol dos direitos do filho e para a Raquel que nos cedeu o espaço.
      Foi muito emocionante ouvir as pessoas falarem sobre suas lutas, suas angústias de forma tão verdadeira e espontânea. Histórias tão diferentes e ao mesmo tempo tão semelhantes na luta, na dor, no sofrimento, nos êxitos e também nos fracassos!
     Muito gratificante poder contribuir e receber contribuições. Em deixar de se sentir única no sofrimento para ser apenas uma a mais em meio a tantas que sofrem, sem contudo, deixar de lutar, buscar e ACREDITAR!!!
Que o SENHOR nos abençoe e nos ilumine... Que possamos nos fortalecer a cada dia pela ajuda mútua e pelo espírito de solidariedade..


Programa TDAH na Escola:

terça-feira, 25 de junho de 2013

TEORIA TRIÁDICA DE INTELIGÊNCIA

Preocupado com as questões mais gerais sobre o comportamento inteligente, o renomado pesquisador da Universidade de Yale, Robert Sternberg (1996) desenvolveu a Teoria Triádica da Inteligência. Segundo este pesquisador, os testes de QI não são válidos para medir o tipo de inteligência exigida para o sucesso no mundo real, como por exemplo, para a carreira profissional de uma pessoa. Para Sternberg, o comportamento inteligente é muito amplo, não sendo passível de ser medido da forma tradicional. Ele argumenta que a pessoa pode ser inteligente de três formas: pelo uso de uma inteligência analítica; ou pelo uso de uma inteligência criativa; ou ainda pelo uso de uma inteligência prática. Vamos considerar cada uma dessas inteligências em relação à criança em seu percurso de desenvolvimento.
A criança que se destaca por sua inteligência analítica é aquela que, em geral, o professor gosta de ter em sala de aula: academicamente brilhante, tira boas notas nos testes, aprende com facilidade e com pouca repetição, tem facilidade em analisar as ideias, pensamentos e teorias. Gosta de livros e muitas vezes aprende a ler sozinha ou com pouca instrução. A escola tradicionalmente reforça as habilidades analíticas de seus alunos, ao acentuar a memorização e reprodução dos conhecimentos, muitas vezes em detrimento da aplicação e do ensino de técnicas para o desenvolvimento do pensamento criador. Assim é que a pessoa essencialmente analítica muitas vezes carece de idéias novas e originais e pode ter dificuldade em um ambiente que exija respostas diferentes e incomuns.
Já a criança que se destaca por suas habilidades de pensamento criativo apresenta, em geral, talentos e dificuldades opostos. A pessoa com inteligência criativa nem sempre tem as melhores notas e nem sempre se destaca na escola por suas habilidades acadêmicas. No entanto, demonstra grande imaginação e habilidade em gerar ideias interessantes e criatividade na forma de escrever ou falar e de demonstrar suas aptidões e competências. Essa criança tende a ter independência de pensamento e de ideias, a ver humor em situações que nem sempre os outros percebem como tal e são muitas vezes consideradas o “palhaço da turma”, 
A terceira forma de ser inteligente, conforme Sternberg, leva em consideração a facilidade da criança em se adaptar ao ambiente e desempenhar atividades que são adequadas para o desenvolvimento de uma tarefa. A criança demonstra inteligência prática e senso-comum, sendo capaz de chegar a qualquer ambiente, fazer um levantamento do que é necessário para atingir algum objetivo prático, e executar sua tarefa com precisão. 
À medida que ganha experiência de vida, a pessoa prática demonstra esta inteligência com mais intensidade, o que a permite lidar com as pessoas e conseguir que um determinado trabalho seja executado, percebendo o que funciona e o que não funciona. É a inteligência prática ou conhecimento tácito que, no contexto de vida prática, é responsável pela melhor adaptação da pessoa ao ambiente e para o sucesso no mundo real, principalmente no desempenho profissional. 
Tomemos o exemplo de um professor. É desejável que, para o sucesso de sua profissão, o professor tenha bem memorizado os conhecimentos relacionados à disciplina que ensina; é também desejável que aplique técnicas instrucionais com criatividade e imaginação; além disso, a forma com que utiliza o currículo deve ser adaptada ao contexto da sua sala de aula, às necessidades individuais de seus alunos e às demandas sociais da sua população estudantil.
Conclui Sternberg que os tradicionais testes de inteligência poderão ser bons preditores de sucesso do aluno na sua vida acadêmica, mas terão pouco impacto na predição do sucesso na vida prática e no ambiente de trabalho, que exigirão outras formas de inteligência não abarcadas pelos testes. Para serem justos para com a inteligência a ser medida, há necessidade do uso de outros tipos de testes, que não só os de lápis-e-papel, e que sejam mais amplos e flexíveis.

Fonte: 
VIRGOLIN, Angela. Altas Habilidades/Superdotação: Encorajando Potenciais. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de educação Especial, 2007.

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sábado, 15 de junho de 2013

CÓRTEX CINGULADO ANTERIOR PREGENUAL


Que vergonha!
Uma das emoções mais poderosas que se é capaz de sentir é também uma das manifestações humanas menos estudadas: só recentemente a ciência começou a entender por que tanta gente "morre de vergonha". Uma pesquisa apresentada num encontro da Academia Norte-americana de Neurologia localizou a região do cérebro responsável pelo sentimento de vergonha: "córtex cingulado anterior pregenual".

Os participantes do estudo foram filmados cantando e depois tiveram de assistir ao vídeo. O nível de vergonha que eles sentiam era medido pelas expressões faciais e por fatores fisiológicos, como o suor e os batimentos cardíacos. Em seguida, foram submetidos a exames de ressonância magnética para fazer o mapeamento do cérebro.

A importância médica da descoberta está no fato de que a região se atrofia no caso de doenças neurodegenerativas – grupo de doenças que inclui, entre outros, os males de Parkinson e Alzheimer. "Essa região do cérebro previu o comportamento”, afirmou Virgina Sturm, professora da Universidade da Califórnia em São Francisco, autora do estudo. "Quanto menor for a região, menos vergonha a pessoa sente", explicou.

Saber que as pessoas perdem a capacidade de sentir vergonha e qual parte do cérebro comanda essa capacidade pode sugerir modos de diagnosticar mais cedo certas doenças neurodegenerativas.

"Não é que eles não tenham nenhuma reação emotiva, mas pacientes com perda nessa região do cérebro parecem perder mais emoções sociais complexas", esclareceu Sturm.

Fonte: http://www.educacaofisica.com.br/index.php ehttp://super.abril.com.br/cotidiano/vergonha-438809.shtml

quarta-feira, 12 de junho de 2013

SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA

De acordo com a Lei nº 11.259/2005 conhecida como “Lei de Busca Imediata” não é necessário esperar 24h para registrar Boletim de Ocorrência por desaparecimento. Em fevereiro de 2010 a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República em parceria com o Ministério da Justiça e com o apoio da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidas, desenvolveram o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidas. O Cadastro consiste em um banco de dados alimentado com informações sobre crianças e adolescentes desaparecidos, incluindo as pessoais, como também as informações relativas à identificação civil e à imagem. O objetivo é resguardar os direitos humanos de crianças e adolescentes visando ampliar um esforço coletivo para a busca e localização dos desaparecidos. Para cadastrar um desaparecido acesse:www.desaparecidos.gov.br
                                                       
















TRANSTORNOS DO ESPECTRO AUTISTA


Segundo Dr. Gustavo Teixeira, Médico psiquiatra da infância e adolescência, a identificação precoce dos transtornos do espectro autista, em bebês e crianças pequenas é fundamental para o rápido início do tratamento. O déficit no comportamento social é uma característica marcante do autismo e devemos procurá-lo em bebês. Nesses casos, os pequenos tendem a evitar contato visual e mostram-se pouco interessadas na voz humana. Não assumem a postura antecipatória, como colocando seus braços à frente para serem levantados pelos pais, são indiferentes ao afeto e não demonstram expressão facial ao serem acariciados. Outra característica observada em alguns bebês e crianças pequenas com transtorno do espectro autista é que eles podem iniciar normalmente o desenvolvimento de habilidades sociais, entretanto, de repente ocorre uma interrupção dessa evolução e a criança começa a regredir em seu desenvolvimento. Por exemplo: a criança com dois anos de idade que para de falar, para de mandar tchau e para de brincar socialmente, como nos jogos do tipo pega-pega. Quando crianças, não seguem seus pais pela casa e não demonstram ansiedade de separação dos mesmos. Não se interessam em brincar com familiares ou com outras crianças e não há interesse por jogos e atividades de grupo. Suas ações podem se limitar a atos repetitivos e estereotipados, como cheirar e lamber objetos ou bater palmas e mover a cabeça e tronco para frente e para trás. O interesse por brinquedos pode ser peculiar, a criança pode se interessar pelo movimento circular da roda de um carrinho ou pelo barulho executado por ele, por exemplo. Essas alterações estão relacionadas com respostas não usuais a experiências sensoriais diferentes vivenciadas pela criança. Pode ocorrer fascinação por luzes, sons e movimentos que o desperte para um interesse muito grande, por exemplo, pelo ventilador de teto ou por uma batedeira elétrica. A textura, cheiro, gosto, forma ou cor de um objeto pode também desencadear interesse peculiar na criança. O paciente autista pode se sentir incomodado por pequenas mudanças em sua rotina diária, resultando muitas vezes em violentos ataques de raiva. Também é observado que quase a totalidade de crianças autistas resiste em aprender ou a praticar uma nova atividade.  

SINAIS DE ALERTA EM BEBÊS

·         Evita contato visual (quando é amamentado, por exemplo)
·         Não demonstra expressão facial ao ser acariciado
·         Não sorri, quando você sorri para ele
·         Indiferente ao afeto
·         Pouco interessado na voz humana
·         Não acompanha os objetos, quando se movem
·         Não demonstra ansiedade, quando você se afasta dele
·         Não eleva os braços para ser elevado do berço
·         Não responde, quando chamado pelo nome 

AUTISMO NA ESCOLA

·         Não aponta para objetos
·         Não manda tchau
·         Não entende jogos sociais, como pega-pega ou esconde-esconde
·         Não utiliza gestos para se comunicar
·         Não imita seu comportamento ou expressões faciais
·         Não se interessa em brincar com outras crianças
·         Não há interesse por jogos e atividades de grupo
·         Não pede ajuda
·         Interesse peculiar por brinquedos ou por partes dele
·         Atos repetitivos e estereotipados
·         Ataques de raiva na presença de pequenas mudanças em sua rotina diária
·         Resiste em aprender ou a praticar uma nova atividade

 Dr. Gustavo Teixeira Médico psiquiatra da infância e adolescência Professor visitante do Depto. de Educação Especial – Bridgewater State University Mestre em Educação – Framingham State Universit