domingo, 3 de fevereiro de 2013

Neurfeedback para TDAH - Treinando e reestruturando o cérebro



O Neurofeedback é um treinamento que permite normalizar as alterações cerebrais típicas do TDAH - a hipofunção das áreas pré-frontais do córtex cerebral. O cérebro funciona através de descargas elétricas, que são a base da comunicação entre os neurônios. Estas descargas elétricas podem ser amplificadas e decodificadas por aparelhos de EEG – eletroencefalografia. Um EEG permite identificar padrões de ondas cerebrais, dentre eles a freqüência das ondas, medidas em ciclos (pulsos) por segundo. Ondas pulsando entre 16 e 21 pulsos por segundo são consideradas ondas rápidas; abaixo de 8 pulsos pos segundo são consideradas ondas lentas. A principal característica neurológica do TDAH é, então, um excesso de atividade de ondas lentas no córtex pré-frontal. O córtex pré-frontal é responsável pelas funções executivas, responsáveis pelo controle voluntário da atenção, planejamento, julgamento e tomada de decisões, auto-controle, sensibilidade a conseqüências de longo prazo e controle motor fino.

Fonte:http://www.dda-deficitdeatencao.com.br/tratamento/neurofeedback.html

Quando o cérebro se apaixona


Você já se perguntou o que ocorre quando uma pessoa se apaixona? Geralmente associamos esse sentimento ao coração, mas pesquisas recentes revelam que, na verdade, a paixão ocorre no cérebro. Estudos de neuroimagem indicam que a paixão pode induzir o mesmo sentimento de euforia da cocaína e também afetar áreas intelectuais do cérebro.

Outra descoberta é que o “amor à primeira vista” ocorre de forma muito rápida. O ato de se apaixonar leva por volta de um quinto de segundo. Portanto, sem a intenção de acabarmos com o encanto desse sentimento tão bonito, podemos dizer que a paixão é mais científica do que você pensa.
pesquisa em questão analisou diversos estudos de neuroimagem e revelou que, quando uma pessoa se apaixona, 12 áreas do cérebro trabalham conjuntamente para liberar substâncias químicas que induzem à euforia, como a dopamina, ocitocina, adrenalina e vasopressina. O sentimento de amor também afeta funções cognitivas sofisticadas, como a representação mental, metáforas e imagem corporal.
O objetivo da pesquisa era de identificar os circuitos neurológicos associados ao amor apaixonado e compará-los com outros tipos de amor, como o amor maternal e o amor incondicional por pessoas com debilidades intelectuais. E, realmente, foram identificadas áreas comuns no cérebro associadas a todos os tipos de amor, mas também áreas distintas. O amor apaixonado, por exemplo, aciona a área do sistema de recompensas do cérebro.
Os pesquisadores esperam compreender todo o processo de se apaixonar para poderem desenvolver tratamentos e terapias para pacientes que sofrem de distúrbios associados ao amor e relacionamentos a dois, pois o fim de um relacionamento é uma causa significativa de estresse emocional e depressão.

Fonte:http://www.cerebromelhor.com.br/blog/template_permalink.asp?id=185